Urucum - Bixina orellana
O extrato oleoso de urucum (Bixina orellana) é de cor avermelhada devido ao alto teor de carotenóides naturais (pigmentos naturais). Os principais pigmentos são bixina (80%) e norbixina, que são classificados como carotenóides e sua concentração é seis vezes mais do que no óleo de cenoura. O alto teor de ácidos graxos insaturados promove absorção cutânea rápida e completa.

Ficha técnica
| INCI | Aguardando ficha técnica |
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| Origem | Aguardando ficha técnica |
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| Método de extração | Aguardando ficha técnica |
| Composição | Aguardando ficha técnica |
| Aplicações | Aguardando ficha técnica |
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| Pedido mínimo | Aguardando ficha técnica |
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| Certificações | Aguardando ficha técnica |


ÉPOCA DA SAFRA
DADOS FÍSICO-QUÍMICOS E APLICAÇÕES
O urucum tem sido altamente benéfico para proteger a pele contra os raios ultravioletas, auxilia no processo de cicatrização, além de ter propriedades antioxidantes (carotenoides) na captação de radicais livres produzidos na pele. Seu alto teor de carotenoides ajuda a bronzear e para manter o bronzeado, dando um tom mais laranjado na pele.
É indicado nas diversas formas cosméticas e é facilmente incorporado em cremes, loções cremosas, bronzeador, protetores solares, protetores labiais.
USO POPULAR
Tradicionalmente o urucum (Bixina orellana) é usado pelos índios brasileiros (juntamente com o jenipapo, de coloração preta) para tinturas vermelhas, protetor da pele contra a luz solar intensa e picada de insetos. Na culinária brasileira o pó das sementes de urucum é aplicado como condimento e colorante, apreciado pela quase ausência de sabor e por não apresentar os efeitos.
ECOLOGIA
O urucum é uma planta pioneira de pequeno porte e nativa da região amazônica. Seu nome popular vem da palavra tupi “uru-ku”, que significa “vermelho”.
REFERÊNCIAS
FRANCO, C.F.O; SILVA, F.C.P.; FILHO, J.C. Urucuzeiro – agronegócio de corantes naturais. 1.ed. João Pessoa: Emepa, SAIA, 2002.
PRESTON, H.D.; RICKARD, M.D. Extraction and chemistry of annatto. Food Chemistry, v.05, p.47-56, 1980.
NEWMAN, H. Bixa orellana L. Disponível em: http://www.virtualherbarium.org.
ZOGHBI, M.G.B.; ANDRADE, E.H.A.; MAIA, J.G.S. Aroma de flores da Amazônia Belém: Museu Goeldi – Coleção Adolpho Ducke, 2001.
LORENZI, H.; MATOS, F.J.A. Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas. Nova Odessa: Plantarum, 2002.
KATO, O.R. et al. (1998); Plantas corantes da Amazônia In: FARIA, L.J.G.; COSTA, C.M.L. Tópicos especiais em tecnologia de produtos naturais. Belém: UFPA, 1998.
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